Pedem-me para escrever..

O quê? Calafrios da espinha que descem, descem, descem, sobem, descem e.. ficam num paralelo que me atravessa a garganta.
Dói.
Dói.
Dói.
Dói.
Dói.
Dói.
Dói.
Dói.
Dói.
Dói.
Dói.
Dói.


E desloca-me o "dorso". Nos meus ouvidos só entram banalidades e eu sou "banal", como é possível?
A e B que foram sair, C e D queriam o mesmo namorado, E e F são rimas soltas. (direitos de autor do P.A)


Estes dias aborrecem-me porque a "cera" cultural ficou em casa e deve ser albina porque raramente vê a luz do dia.
É "esquerda e direita" que neste caso não se distingue bem, há sempre os "centros" (obrigado F.W.M).

Bach é bom, é muito bom. É genial, pena ter "descoberto" só aos 15... vá 16!
Gosto do meu pai.. é genial também.


É tudo um lento requiem... e vai, vai, vai...

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