E o país aplaude...
Certo dia quando o "alguém" está a ouvir o Lizard King na slot 1, depois passa para o Zeca na slot 2 e para o Byas na slot 3 é comum que pense em escrever. Escrever, escrever, escrever...
"Show me the way to next" worlwide suicide...
Podia escrever, escrever, escrever...
Mas o "alguém" é condicionado por outros "alguém", ou secalhar não mas faz tudo para que pensem que sim, para esses ficarem com o domínio/pseudo-domínio sobre o "alguém". E estamos a três dias do Ano Novo, aquela MAGNÍFICA noite de 31 para 1, uma excitação tremenda sobre os locais, a roupa, os preparativos para que seja a noite perfeita.

Mil Milhares de foguetes no ar, mil milhares de ruídos estridentes de pessoas misturados com os foguetes e com risos e choros e vómitos. E o "alguém" olha para tudo isto e interroga-se:
- "Grande porra, o que é isto?!"
- "É o ano novo, não festejas?!"
- "Não."
- "Credo, não és normal"

E o alguém na sua "anormalidade" sente-se feliz por ser anormal ao ponto de ser "anormalmente" diferente. E o que faz o "alguém" sentado numa sala a ouvir outros "alguém" a transmitir ideias daquilo que pensam que está correcto:
- "Sabe qual é o princípio de Miró?"
- "não."
- "Representar a mente de uma criança."

E o "alguém" ri-se para dentro numa gargalhada colossal, mas fazendo cara de quem ficou admirado para que o outro "alguém" se sinta superior. E o "alguém" podia contar histórias ainda mais engraçadas, de modo a criar este texto uma crítica forte e por consequente uma "REVOLÚCION" num copo de gasosa. E esses "alguém" arranjariam as suas forquilhas e tochas incandescentes para selar o "alguém" no seu "moínho" (obrigado James Whale e Boris Karloff).

Mas escrevendo, o "alguém" ri-se mais uma vez para dentro ao ver a escrita dos "alguém", mas rapidamente os "alguém" que ambicionam ser P.C e M.R.P são destroçados por outros "alguém" (superiores, ou não) com a negação.


O "alguém" pára e muda a faixa...
O "alguém" não quer ser um Ganzado Virtual (obrigado Kurt), mas está a tornar-se num. O "alguém" já pensou em dar a "máquina malígna" mas o hemisfério virtual cerebral não quer, o "alguém" está agarrado, o "alguém" não vai permitir que chegue a "VIRTUALGUÉM" (ironia ao ler a palavra em ritmo acelarado). O "alguém" promete deixar-se disso...

O "alguém" não percebe os "alguém" fanáticos por qualquer coisa, o "alguém" quer mudar alguma coisa, não sabe bem o quê. Aquela "coisa" que todos querem mas que nenhum consegue, o "alguém" é "um fingidor" (obrigado Fernando).

Track 3...
Aparece "alguém" na vida do "alguém", que para ele é muito mais que um simples "alguém"... É um "alguém" que se solta ao som de uma nota de Sax por um grande músico. É um "alguém" que se solta talvez na excentricidade de "Kevin". Descrição melhor deixo ao critério de byas com "All The Things you are".

O "alguém" quer estar só, mas é "incomodado" pelos "alguém". O "alguém" quer ser um Dean, um Brando, um Parker, um Allen, um Alfred, um De La Serna... tudo num só. Mas isso não ia fazer o "alguém" melhor...

O "alguém" gosta de aspas e de reticências, o "alguém" é uma parede caiada, o "alguém" é uma fibra, o "alguém" é aquilo que se vê..

2 comments:

  1. e eu amo o ''alguém'', como mais nenhum ''alguém'' ama ou irá amar ♥

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  2. Anonymous20:43

    eu amo nirvana :$

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