Era uma vez um balão, não era hélio, nem oxigénio, nem hidrogénio...
Era droga. Mas de que tipo?!
Tinha droga boa e droga má. E de onde viria essa Droga?!
O balão começou a encher... de racismo, de "espezinhamento", de rudeza. Acalmou um pouco e voltou a encher-se..
Tinha cor carnuda, encarnada, vermelha.. sempre a tivera.
E continuou a encher. Desta vez de luxo, prosperidade, seguidos de declínio, matança (lembrem bem esta palavra). E parou para respirar...
Ainda ofegante alguém voltou a puxar a bomba. Desta vez juntavam-lhe homens, mulheres, crianças, balas, gritos mudos, silêncio ensurdecedor, metal, matança, matança, matança...
Vai enchendo, o balão tem já proporções divinas (mas que ironia), mas algo o sustém. Um cordão umbilical que o liga à terra, mãe de tudo.
Fsss, Fsss, Fsss...
E enche-se de frustração, de merdas, de ideias absurdas, pessoas absurdas, coisas absurdas e vidas absurdas. Mas de onde virá tanto "ar" ?!
Muito bem, conseguiram. Meteram-no em órbita. Passa a órbita, passa Marte, Vénus, Úrano, Neptuno e o já "falecido" Plutão. Passa buracos negros (mas que ironia), não tão grandes como os que o balão carrega, passa negrume, negrume, negrume, negrume...
Passa por "Deus", aperta-lhe a mão. "Deus" lava-a, visto que uma mão lava a outra. E "Deus" pensa porque criou tudo isto, não podendo ir a julgamento. "Deus" ESCREVE direito por linhas tortas. E o balão segue caminho..
E já vai tão alto mas tão alto que se perde de vista, mas só de vista. Sabemos que quando o "balão" rebentar, estará outro pronto para uma "outra" descolagem..
Era droga. Mas de que tipo?!
Tinha droga boa e droga má. E de onde viria essa Droga?!
O balão começou a encher... de racismo, de "espezinhamento", de rudeza. Acalmou um pouco e voltou a encher-se..
Tinha cor carnuda, encarnada, vermelha.. sempre a tivera.
E continuou a encher. Desta vez de luxo, prosperidade, seguidos de declínio, matança (lembrem bem esta palavra). E parou para respirar...
Ainda ofegante alguém voltou a puxar a bomba. Desta vez juntavam-lhe homens, mulheres, crianças, balas, gritos mudos, silêncio ensurdecedor, metal, matança, matança, matança...
Vai enchendo, o balão tem já proporções divinas (mas que ironia), mas algo o sustém. Um cordão umbilical que o liga à terra, mãe de tudo.
Fsss, Fsss, Fsss...
E enche-se de frustração, de merdas, de ideias absurdas, pessoas absurdas, coisas absurdas e vidas absurdas. Mas de onde virá tanto "ar" ?!
Muito bem, conseguiram. Meteram-no em órbita. Passa a órbita, passa Marte, Vénus, Úrano, Neptuno e o já "falecido" Plutão. Passa buracos negros (mas que ironia), não tão grandes como os que o balão carrega, passa negrume, negrume, negrume, negrume...
Passa por "Deus", aperta-lhe a mão. "Deus" lava-a, visto que uma mão lava a outra. E "Deus" pensa porque criou tudo isto, não podendo ir a julgamento. "Deus" ESCREVE direito por linhas tortas. E o balão segue caminho..
E já vai tão alto mas tão alto que se perde de vista, mas só de vista. Sabemos que quando o "balão" rebentar, estará outro pronto para uma "outra" descolagem..
E dentro do teu peito existe um balão, tem dentro dele frustração, desespero, palavras, solidariedade e dor.
ReplyDeletePor existirem outros balões que magoam outros sem culpa, que vivem para a ganância de poucos.
(podemos) Lutar para que um dia voe um balão branco no céu.
Desistir é palavra que não existe, para aqueles que se opõem ao balão vermelho preso nos corações de alguns.